System of a Down retorna ao Brasil após 10 anos para turnê 'Wake Up!' em 2025
System of a Down/Divulgação

Com mais de 30 músicas, System of a Down volta aos palcos da América do Sul tocando raridades!

Banda abriu turnê em Bogotá com músicas não tocadas há anos

Banda abriu turnê em Bogotá com músicas não tocadas há anos

A turnê sul-americana do System of a Down começou com tudo na última quinta-feira (24), no estádio El Campín, em Bogotá, na Colombia. Esse foi o primeiro show da banda desde agosto de 2024, e o quarteto — formado por Serj Tankian, Daron Malakian, Shavo Odadjian e John Dolmayan — não economizou energia: quase duas horas de apresentação, com 34 músicas e várias surpresas para os fãs colombianos.

O destaque foi o retorno de canções que estavam fora dos setlists há anos, como “Streamline” (inaudível desde 2005), “Attack” (desde 2015) e “Violent Pornography” (última vez em 2019). O álbum “Toxicity” (2001) também ganhou espaço especial, com 10 de suas 15 faixas incluídas na noite.

A apresentação começou pontualmente às 21h, com a tradicional “Der Voghormia”, seguida por clássicos como “Prison Song”, “Aerials” e “Chop Suey!” — esta última com um trecho surpresa de “La Isla Bonita”, de Madonna. Outros momentos marcantes foram as execuções de “Roulette” (ausente desde 2018) e “Marmalade” (também não tocada desde 2015).

Próximos passos do System of a Down na América do Sul

Depois da estreia na Colômbia, o System of a Down segue para Lima no Peru, no domingo (27), Santiago, no Chile, na próxima quarta-feira (30) e Buenos Aires, na Argentina, no dia 3 de maio, antes de desembarcar no Brasil. Aqui, a banda fará cinco apresentações: Curitiba (06/05), Rio de Janeiro (08/05) e três em São Paulo — duas no Allianz Parque (10 e 11/05) e uma no Autódromo de Interlagos (14/05). Ingressos ainda estão disponíveis para todas as datas, exceto a primeira, via Eventim.

Leia também:

Resultado de uma experiência alquímica que envolvia gibis, discos e um projetor valvulado. Editor-chefe, crítico, roteirista, nortista e traficante cultural.