Os donos de Nintendo Switch e Nintendo Switch 2 já podem jogar Dispatch, título independente que se destacou em 2025, mas com uma diferença importante em relação às versões de outras plataformas. O game chegou aos consoles da Nintendo sendo a única edição censurada, com partes de seu conteúdo visual alteradas.
De acordo com o estúdio AdHoc, cenas que exibiam seios e órgãos genitais precisaram ser borradas para atender às exigências da fabricante japonesa. Em declaração ao site Eurogamer, a desenvolvedora afirmou que a mudança foi solicitada diretamente pela Nintendo e que as alterações não impactam a história do jogo.
No PlayStation 5 (PS5) e no PC, Dispatch oferece uma opção no menu que permite ao jogador ativar ou desativar a censura de determinadas cenas, recurso pensado para evitar restrições em plataformas de streaming como YouTube e Twitch. No Switch, porém, o filtro é obrigatório, o que motivou críticas nas redes sociais.
Parte do público questiona a decisão da Nintendo, apontando incoerência diante de outros títulos disponíveis no console. Usuários lembraram que jogos com forte apelo sexual, incluindo produções de hentai, convivem no catálogo da plataforma. Além disso, games como “Cyberpunk 2077” e “Divinity: Original Sin 2” não receberam o mesmo tipo de restrição, apesar de também exibirem nudez.
Dispatch
Inspirado em aventuras narrativas clássicas, Dispatch coloca o jogador no papel de um super-herói cuja armadura é danificada após uma batalha. Forçado a mudar de função, ele passa a orientar supervilões reformados em uma empresa especializada em lidar com emergências, enquanto decisões ao longo da história definem diferentes desfechos.
O sucesso comercial foi rápido: o jogo vendeu 1 milhão de cópias em apenas 10 dias, garantindo estabilidade financeira ao estúdio.
Segundo a AdHoc, já existem discussões sobre uma possível segunda temporada, embora ainda não haja confirmação sobre o próximo projeto da equipe.
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