Em 'Xtranho', Matuê investe na estética e som experimental, mas som soa como uma importação de tendência, não vanguarda.

'Se Eu Tivesse Pernas, Eu Te Chutaria' não é sobre ser mãe, mas sobre segurar sozinha uma realidade que desmorona.

Asa Branca: A Voz da Arena promete ousadia em sua cena inicial, mas entrega uma cinebiografia conservadora.

Em Avatar: Fogo e Cinzas, o conflito cíclico é escolha estética e política, e Cameron transforma repetição narrativa em força dramática.

Emicida revisita os Racionais MC's para traçar novos caminhos para o rap em 'Emicida Racional VL2 – Mesmas Cores & Mesmos Valores'.

A receita de 'O Segredo da Chef' tem ingredientes nobres, mas a fusão entre o musical e o drama familiar nem sempre emulsiona perfeitamente.

Mais do que a agressão, o filme mostra o trabalho diário de carregar uma fratura. Como 'Sorry, Baby' retrata a sobrevivência após o trauma.

Como curar as fissuras de uma família? Em Valor Sentimental, a resposta pode estar na arte e na metalinguagem como ponte afetiva.

Isabelle Huppert se esforça em 'A Mulher Mais Rica do Mundo', mas nem sua presença impede que a sátira sobre a elite francesa perca força.

Os Bastidores do Amor, primeiro filme de Victor Rodenbach, é um estudo sensível sobre os custos da arte e a fragilidade do amor.