Sirāt pode até impressionar visualmente, mas não consegue se aprofundar nas questões geopolíticas que seu cenário propõe.
Tebas, Yanuni e Almas Mortas: três olhares distintos que, juntos, resumem a diversidade de formas e gêneros presentes na 49ª Mostra.
O Agente Secreto reconstrói o Recife dos anos 1970 com precisão e afeto, mas perde fôlego ao tentar abraçar temas demais.
Felipe Simas vive o lendário locutor Asa Branca em novo filme brasileiro que promete emocionar ao retratar a origem dos rodeios modernos.
Descubra por que histórias de viagem no tempo mexem com nossas emoções e desafiam a lógica, misturando filosofia, amor e mistério.
Maternidade, trauma e objetos amaldiçoados: Dollhouse mergulha nas profundezas do medo e da dor emocional.
Uma Mulher Diferente tenta retratar o autismo feminino com realismo, mas se perde ao transformar uma comédia romântica genérica.
Na 49ª Mostra de SP, três filmes improváveis: Irmãos Versos Irmãos, Melhor Enlouquecer na Natureza e Galinha dialogam com um cinema sincero.
Frankenstein de Del Toro é visualmente deslumbrante, mas peca pela reverência excessiva dela pela obra original, diminuindo sua autoralidade.
Quando o experimentalismo encontra a frustração – os filmes Nova ‘78, After This Death e Urchin não entregam o esperado.




























