Don’t Stop, Girlypop! aposta na estética Y2K para reinventar o shooter, mas tropeça ao transformar estilo em cansaço constante.
Don’t Stop, Girlypop! aposta na estética Y2K para reinventar o shooter, mas tropeça ao transformar estilo em cansaço constante.
Nosso website utiliza de cookies para melhorar sua experiência. Leia mais sobre: Política de Cookies