Crítica | Em 'Avatar: Fogo e Cinzas' James Cameron faz épico sobre ciclos de dor e deslumbramento
20th Century Studios/Divulgação

Avatar: Fogo e Cinzas supera US$ 1 bilhão e mantém força da franquia nos cinemas

Avatar: Fogo e Cinzas ultrapassou a marca de US$ 1 bilhão em bilheteria mundial no domingo (4), consolidando-se como o terceiro filme da franquia criada por James Cameron a atingir o patamar. O desempenho reforça a força comercial da saga, conhecida por figurar entre as maiores arrecadações da história do cinema.

Segundo a revista Variety, o longa chegou ao valor após 18 dias em cartaz. O ritmo, apesar de expressivo, ficou ligeiramente abaixo dos filmes anteriores: “Avatar” alcançou a marca em 17 dias, enquanto “Avatar: A Forma da Água” precisou de apenas 14.

A maior parte da arrecadação veio de fora dos Estados Unidos (EUA). O mercado internacional já soma US$ 777,1 milhões, com destaque para a China. Nos EUA, o filme acumulou US$ 306 milhões até o domingo, conforme o veículo norte-americano.

A expectativa do mercado é que “Avatar: Fogo e Cinzas” chegue a US$ 1,5 bilhão ao fim da exibição nos cinemas, embora a projeção indique números abaixo dos dois capítulos anteriores. Ainda assim, o resultado aproxima James Cameron de um recorde histórico: o de diretor com mais filmes entre as dez maiores bilheterias de todos os tempos, lista que inclui também “Titanic” (1997).

No novo capítulo, a trama aprofunda o drama da família Sully. Neytiri, interpretada por Zoe Saldaña, enfrenta um dos períodos mais intensos de sua jornada, papel que a atriz já descreveu como um marco em sua carreira. A narrativa ganha novos contornos com a introdução do chamado povo das cinzas, um clã Na’vi liderado por Varang, vivida por Oona Chaplin, associada ao fogo e à lava.

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Resultado de uma experiência alquímica que envolvia gibis, discos e um projetor valvulado. Editor-chefe, crítico, roteirista, nortista e traficante cultural.