Mais de 20 músicas inéditas atribuídas a Michael Jackson passaram a circular nas redes sociais nos últimos dias, segundo relatos de páginas de fãs dedicadas ao cantor. As gravações não haviam sido lançadas oficialmente e levantaram questionamentos sobre sua origem e autenticidade.
Entre os títulos divulgados estão “Changes”, “Can’t Let Her Get Away” e “Best Of Joy”, compartilhados de forma não oficial em plataformas digitais. Até o momento, a Sony Music não se pronunciou confirmando se o material é genuíno.
O episódio reacende a atenção para um caso ocorrido no início da década passada. Em 2011, um extenso acervo musical do artista foi roubado após um ataque hacker aos sistemas da gravadora. O catálogo, avaliado em cerca de US$ 250 milhões, reunia mais de 50 mil arquivos sonoros, incluindo colaborações com Will.i.am, do Black Eyed Peas, e Freddie Mercury.
A Sony Music reconheceu publicamente o roubo apenas em 2012. No ano seguinte, dois homens foram condenados pelo crime. James Marks, então com 27 anos, e James McCormick, de 26, receberam penas de seis meses de prisão e prestação de serviços comunitários. Eles afirmaram que buscavam provas de que parte do material lançado após a morte do cantor não teria vocais autênticos.
A gravadora, no entanto, sempre negou qualquer irregularidade e sustentou que as faixas do álbum póstumo “Michael” utilizam gravações originais do artista.
Michael Jackson morreu em 25 de junho de 2009, aos 50 anos, em Los Angeles. A causa da morte foi intoxicação por propofol e benzodiazepínicos, segundo a investigação oficial.
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