A Apple reajustou os preços do Apple TV no Brasil nesta sexta-feira (28). O aumento chega a 26,8% no plano anual e também afeta a assinatura mensal do serviço de streaming e o plano individual do Apple One.
A assinatura mensal do Apple TV passou de R$ 29,90 para R$ 34,90, representando um aumento de aproximadamente 16,7%. Já o plano anual subiu de R$ 220 para R$ 279, um reajuste de 26,8%.
Apesar da alta, a modalidade anual continua oferecendo uma economia em relação ao pagamento mês a mês. Com o novo preço, o consumidor economiza R$ 139,80 em comparação com o custo de 12 mensalidades de R$ 34,90.
Apple One também ficou mais caro
O reajuste não ficou restrito ao streaming. O Apple One Individual, pacote que reúne diferentes serviços da empresa, passou de R$ 42,90 para R$ 47,90 por mês, representando uma alta de 11,7%.
O pacote individual inclui:
- Apple TV
- Apple Music
- Apple Arcade
- 50 GB de armazenamento no iCloud+
Com isso, quem utiliza vários serviços da Apple também terá que desembolsar mais para manter o pacote. Os demais planos do Apple One não sofreram alterações neste reajuste.
Confira os novos preços
| Serviço | Preço anterior | Novo preço | Reajuste |
|---|---|---|---|
| Apple TV mensal | R$ 29,90 | R$ 34,90 | 16,7% |
| Apple TV anual | R$ 220 | R$ 279 | 26,8% |
| Apple One Individual | R$ 42,90 | R$ 47,90/mês | 11,7% |
Os novos valores já estão disponíveis para novas assinaturas. Para quem já é assinante, porém, a cobrança não muda imediatamente. A Apple informou que enviará um aviso por e-mail aproximadamente 30 dias antes da primeira fatura com o preço reajustado.
Aumento também aconteceu nos Estados Unidos
O reajuste não ficou restrito ao Brasil. Nos Estados Unidos, a mensalidade do Apple TV passou de US$ 12,99 para US$ 14,99, enquanto o plano anual aumentou de US$ 99 para US$ 119.
O Apple One Individual americano também passou de US$ 19,95 para US$ 21,95 mensais.
A alta acontece em um momento de expansão dos investimentos da Apple em conteúdo próprio e transmissões esportivas ao vivo. O serviço passou a incorporar competições como Fórmula 1 e Major League Soccer, aumentando os custos envolvidos na operação da plataforma.
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