One Piece supera 600 milhões de cópias e iguala marca histórica do Superman
Arte: GameRant

One Piece supera 600 milhões de cópias e iguala marca histórica do Superman

Mangá de Eiichiro Oda entra para o seleto grupo de publicações mais distribuídas do mundo

Mangá de Eiichiro Oda entra para o seleto grupo de publicações mais distribuídas do mundo

One Piece alcançou um novo patamar histórico. Com a chegada do volume 114 às bancas do Japão, a obra criada por Eiichiro Oda ultrapassou a marca de 600 milhões de cópias em circulação globalmente, igualando-se ao patamar de vendas do Superman, personagem que é publicado ininterruptamente desde 1938.

De acordo com dados da Oricon, a série domina massivamente o mercado doméstico, com cerca de 450 milhões de unidades circulando apenas no Japão. No exterior, o público já consumiu mais de 150 milhões de cópias, consolidando a tripulação do Chapéu de Palha como um fenômeno mundial de vendas. Com esse desempenho, Oda se firma ao lado de gigantes da literatura como Agatha Christie e Stephen King na lista de autores mais vendidos da história.

Para celebrar o feito, a organização divulgou um vídeo especial onde o autor revela, em um papel, o que é exatamente o cobiçado tesouro One Piece. A mensagem foi dividida em duas partes: a metade superior foi publicada como anúncio nos jornais Asahi Shimbun e Yomiuri Shimbun, enquanto a parte inferior — a verdadeira resposta — foi trancada em um baú e submersa no oceano. “Assim que a série terminar, a verdade será revelada”, afirma o narrador da ação promocional.

Em andamento desde 1997, a trama acompanha Monkey D. Luffy, um jovem que, após comer uma Fruta do Diabo (Akuma no Mi), ganha um corpo elástico como borracha. Determinado a encontrar o tesouro deixado por Gol D. Roger, ele navega pelos mares em busca do título de Rei dos Piratas.

No Brasil, a aventura é publicada pela Panini em versões regulares e encadernadas com três volumes.

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Resultado de uma experiência alquímica que envolvia gibis, discos e um projetor valvulado. Editor-chefe, crítico, roteirista, nortista e traficante cultural.