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Overwatch –  Temporada 5: Uma Sinistra Doutrina, é sinistra de boa

A Temporada 5 de Overwatch que começou no dia 06 desse mês de outubro, trouxe bastante atualizações significativas para o jogo. Além de alguns reworks bem legais em alguns personagens, tivemos a adição de Doctrine – um novo suporte muito inspirado na estética vampírica, um mapa novo e outros eventos que gradualmente aparecem no decorrer da temporada.

Doctrine – o parasita que suga, e dá a vida aos outros

O novo personagem aqui é Doctrine, um ciberneticista de 77 anos zimbabuano que tem um passado trágico, e uma causa até justa em seu curriculo, mas assim como todo bom cientista nessa franquia, ele infelizmente passou dos limites e teve que ser detido.

O lore de Tamuka (Doctrine) com o seu irmão Tatenda é um genuinamente curioso, ambos órfãos durante uma crise ocorrida dentro do universo que levou Tamuka a realizar suas pesquisas com bioengenharia e cibernética. Quando seu irmão ficou tremendamente doente, ele elevou suas pesquisas para salva-lo, descobrindo uma forma de drenar a vida de outros para manter a sua saúde. Mas Tatenda era contra o uso de vidas inocentes a favor da sua própria saúde, levando-o a entregar Tamuka para as autoridades, sendo preso por Ana e Freja.

Então seu passado está marcado com um trauma, que fez Doctrine agir da forma que ele agiu com seu irmão. Ele não queria perder também, a única pessoa que era próxima a ele, mesmo que isso custasse a vida de outros.

Algum tempo depois, a tropa da Talon de Doomfist realizam uma invasão a prisão Grímsvötn para liberta-lo, com o propósito de Doctrine restaurar a manopla cibernética de Doomfist, e tê-lo ao lado dele como um poderoso aliado.

Fora seu background, Doctrine é um tipo de healer passivo agressivo. O jogador tanto cura os seus aliados, quanto dá dano aos inimigos ao realizar o seu tiro primário, fazendo Doctrine ser uma ótima escolha em momentos de confronto extremo, além também de ser um ótimo personagem para ficar na retaguarda de ataque do time. Seu alcance é longo o suficiente para o jogador manter uma distância bem segura, e não arriscar muito o seu posicionamento, apesar do gameplay do personagem incentivar isso com suas habilidades, já que além de um buff utilizável para as suas técnicas, ele também tem uma forma de fuga onde ele fica envolto de morcegos, dando a possibilidade de fuga fácil ao jogador.

Além disso, todo o tema dele é vampiresco, e é muito legal ver um tema tão “mágico” adaptado no mundo tecnológico e um tanto “pé no chão” de Overwatch, que mostra que mesmo com um setting desses, eles conseguem colocar a criatividade para funcionar sem tirar o que faz do jogo ser ele mesmo.

Mapa novo de carga, mas sem grandes complexidades

O mais novo mapa aqui é o Observatório: Grímsvötn que eu já citei acima. O presidio virou a nova instalação de Doomfist, e aqui, não temos muitas surpresas em sua estrutura de mapa. Apesar de diferentes caminhos verticais em que os jogadores podem se adentrar, ele é um mapa bem simples e direto, sem grandes pontos que favorecem o highground, apesar de ter espaço para personagens focados em longa distância manter um bom posicionamento.

Visualmente falando ele não é tão impactante como foi a Junção Neon, e nem é tão interessante como ele, mas é um mapa simples que pode deixar alguns jogadores pegarem personagens um pouco fora da casa deles.

Reworks surpreendentes, e bem interessantes

Uma das maiores surpresas pra mim nessa temporada foi sem dúvidas a mudança drástica que Sombra recebeu. De uma DPS cheia de especificações em seu uso, para uma suporte peculiar, aqui a sua função continua parecida com o que era na sua forma de DPS, só que ao invés de hackear inimigos para bloquear suas habilidades, ela agora faz um hotfix nos seus aliados para cura-los em uma cura bem considerável (e sem a possibilidade de impossibilitar o inimigo), apesar do jogador sempre precisar se manter atento e ativo para realizar as curas. Além disso, sua habilidade de jogar um glitch (chamada de Cyberspace) funciona como uma cura gradual dos aliados, e um debuff nos inimigos, reduzindo o dano deles e a cura em 50% caso eles estejam dentro do seu alcance. E por fim, a sua Ultimate EMP realiza as mesmas funções de sempre, mas dando um dano de 20% nos inimigos, hackeia os inimigos, e destrói barreiras.

Roadhog também ganhou mudanças, agora a sua arma atira duas rajadas, e o seu tiro secundário mudou totalmente, que antes era um tiro secundário, agora é um compactador de lixo que funciona mais ou menos como a habilidade de sugar tiros do Sigma. Porém ao invés de dar escudo e vida a ele, ele absorve os tiros dos inimigos e lança de volta um lixo explosivo que dá um dano bem considerável.

Passe de batalha com uma grande acessbilidade

O passe de batalha dessa vez continua com a mesma estrutura apresentada na temporada anterior, com “trilhas” com diferentes recompensas que o jogador tem a possibilidade de se adentrar antes das outras utilizando a função de hackear, que por si só, é limitada; ou se ele preferir, ele pode seguir em uma progressão mais linha reta caso ele tenha interesse.

O passe de batalha também tem um visual bastante inspirado em halloween, além dos visuais lendários Ghost Voyager para Venture, e Crimson Regent para estreiar Doctrine com uma skin maneira.

Uma iniciativa que eu achei muito maneira aqui, é que o jogador pode também ativar (e comprar) passes de batalhas antigos para adquirir o que foi perdido nos anteriores. O que eu acho ser muito significativo para um jogo de serviço como esse, principalmente quando terminamos o novo passe e ficamos sem nada mais para realizar no jogo, além de eventos que ocorrem durante ele, e que podem terminar rapidamente.

A nova temporada de Overwatch já está disponível, e vai até o dia 09 de dezembro, então pode ser que venha mais surpresas durante a trajetória, como eventos especiais e crossover com outras franquias. Como a de Stellar Blade, que irá estrear em 3 de novembro chamada de Overwatch x EVE Protocol.

Overwatch está disponível para PlayStation 4 e 5, Xbox One, Xbox Series S|X, Nintendo Switch 1 e 2, e PCs.

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Meu prato favorito é JRPGs, mas também gosto de saborear filmes, animações, quadrinhos etc. Um outro prato que adoro é jogo de terror com tempero de ação, mas, na real, eu gosto de tudo relacionado a videogame.Se quiser me seguir no twitter, fique a vontade! As vezes eu posto opinão lá > @vannbrood