“É Cannes, Baby!”, foi assim que o cineasta brasileiro, Marcelo Caetano divulgou que seu segundo longa-metragem, chamado Baby, terá sua estreia na 63ª Semana da Crítica. Esta é uma mostra paralela ao Festival de Cannes, organizada pelo Sindicato Francês de Críticos de Cinema.

Marcelo Caetano, Diretor de Baby

Além de Baby, a 63ª Semana da Crítica reúne mais sete filmes de diretores que estejam estreando, ou apresentando seu segundo projeto. No Caso de Marcelo Caetano, Baby é a sua segunda obra, sua primogênita foi “Corpo Elétrico” que estreou em 2017, no Festival de Roterdã.

Baby é uma coprodução oficial entre França, Holanda e Brasil, que garantiram parcerias como:

  • Patrocínio da ANCINE (Agencia Nacional do Cinema) e distribuição de verba pública para a produção;
  • Apoio do Aide Aux Cinémas Du Monde (Auxilio ao Cinema Mundial, em tradução livre), Centre National Du Cinéma Et de L’Image Animée (Centro Nacional do Cinema e da Imagem em Movimento, em tradução livre) e do Institut Français (Instituto Francês, em tradução livre);
  • Apoio do HBF (Hubert Bals Fund, do Festival de Roterdã)
  • Apoio do NFF (Netherlands Film Fund)
  • Coprodução com Spcine, Telecine, Canal Brasil e Vitrine Filmes, esta última é quem assina a distribuição.

Sobre Baby

O novo longa-metragem do diretor mineiro, Marcelo Caetano, traz a história de uma paixão caótica fundada em uma amizade regada a desencontros. Segundo o próprio diretor, os protagonistas desta trama se conheceram em um momento delicado, em que se sentiam abandoados, o que fez com que os personagens juntos criassem uma nova família, deixando suas diferenças e brigas de lado.

O elenco principal liderado por João Pedro Mariano e Ricardo Teodoro, irá contracenar com grandes nomes como Ana Flavia Cavalcanti, Bruna Linzmeyer, Luiz Bertazzo, entre muitos outros.

Estaria o Brasil finalmente caminhando para a ascensão do seu cenário cinematográfico? Após lançamentos como “Bacurau“, de Juliano Dornelles, Kleber Mendonça Filho, “Democracia em Vertigem“, de Petra Costa e agora Baby, de Marcelo Caetano, estaria uma luzinha crescendo no fim do túnel?

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