A sambista Adriana Araújo morreu aos 49 anos nesta segunda-feira (2). A cantora estava internada após ter sofrido um aneurisma cerebral em sua casa. A equipe medica já havia dito que se tratava de um caso gravíssimo e irreversível.
Uma nota de pesar foi postada nas redes oficiais da artista que se tornou uma referência do samba feito em Minas Gerais.
Leia a nota de pesar pela morte de Adriana Araújo:
“Hoje nos despedimos da nossa amada Adriana Araújo.
Adriana foi muito mais do que uma grande voz do samba. Foi abraço largo, sorriso fácil, coração generoso e uma alegria de viver que iluminava todos ao seu redor. O samba sentirá profundamente sua ausência, mas não apenas ele. Sentirão falta todos que um dia receberam seu carinho, sua escuta atenta e seu caloroso abraço.
Sua presença ficará eternamente em nossos corações e também registrada nas plataformas onde compartilhou sua arte, permitindo que sua voz continue ecoando e tocando vidas para sempre.
Neste momento de dor, pedimos orações e boas energias para seu filho Daniel e para seu marido Evaldo, para que encontrem força e amparo.
Obrigada por tanto, nossa rainha. Seu brilho é eterno.“
Último álbum teve homenagem aos ‘três Jorges’ da música brasileira

Em sua breve carreira, Adriana Araújo deixou dois álbuns de legado. “Minha Verdade“, saiu em 2021 e foi um projeto autoral que também rendeu um DVD ao vivo. No projeto seguinte, a cantora homenageou uma trinca de ídolos que dividem o mesmo nome: Jorge Ben Jor, Jorge Aragão e Seu Jorge.
“3 Jorges” foi gravado ao vivo e trouxe a artista dando a sua interpretação para clássicos como “Jorge da Capadócia”, “São Gonça” e “Zé do Caroço”. Também em 2025, Adriana disponibilizou o single “Nós Dois”.
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