Durante a Brasil Game Show 2026, a convite da SEGA, tivemos a oportunidade de testar uma demonstração de Crazy Taxi: World Tour, disponível para todos os visitantes da feira. Neste texto, vou trazer um pouco das minhas impressões sobre o jogo.
A primeira coisa que notei nesta demonstração foi que o mapa está bem maior do que aquele a que estamos acostumados na versão de Dreamcast. Aqui, temos várias missões de diferentes modalidades, que vão além da proposta clássica da franquia.
Uma delas é justamente o modo clássico, no qual precisamos pegar um passageiro, levá-lo até o destino indicado e deixá-lo a tempo de buscar outro cliente. O objetivo é continuar fazendo corridas até que o tempo acabe, tentando conseguir a maior pontuação possível.
Outra missão que pude experimentar foi uma espécie de arremesso. Nela, temos um paraquedista dentro do carro, e precisamos acelerar ao máximo antes de frear bruscamente para lançá-lo o mais longe possível.
Também joguei uma missão que exigia alcançar a maior pontuação de drift possível durante uma subida bastante tranquila. Por fim, temos as tradicionais corridas, nas quais precisamos atravessar uma série de pontos de controle até chegar à linha de chegada.
Essas missões contam com objetivos secundários, principalmente nas corridas tradicionais. Já nos outros modos, temos um sistema parecido com o de medalhas, com três níveis de recompensa para alcançar. Quanto maior a pontuação, melhor será o resultado.
Jogabilidade mantém a identidade da franquia
A jogabilidade está bastante fluida, com um sistema de drift intuitivo que pode ser executado normalmente com apenas um botão. As manobras continuam sendo uma das marcas registradas da franquia, e toda aquela loucura característica está presente, desde sair derrubando tudo pelo cenário até ver os pedestres desviando para não serem atropelados.
Por fim, para mim, um dos aspectos mais marcantes de Crazy Taxi sempre foi a trilha sonora, com bandas como Bad Religion e The Offspring. Os clássicos do jogo original estão presentes e acompanham principalmente as missões, trazendo de volta aquela identidade musical que marcou a versão de Dreamcast. Para quem é nostálgico, é um prato cheio.
No geral, minha experiência com a demonstração de Crazy Taxi: World Tour foi positiva. A expansão do mapa e a variedade de missões mostram que o jogo não pretende ficar preso apenas à fórmula clássica, oferecendo novas maneiras de aproveitar a jogabilidade. Ao mesmo tempo, os drifts, as manobras e a trilha sonora ajudam a preservar o que tornou a franquia tão reconhecível. Resta ver como essa variedade vai funcionar na versão completa, mas a demonstração já conseguiu despertar minha curiosidade para conferir o resultado final.
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