Marvel Tokon Fighting Souls review
Imagem / Conecta Geek

Review | Marvel Tokon: Fighting Souls – pancadaria tag extraindo o que há de melhor da Arc System Works

Uma das coisas que me perambulou na mente enquanto eu rascunhar esse texto, é que de todos os gêneros de videogame possíveis, jogo de luta sempre é o que mais me dá trabalho. Por diversos motivos diferentes, mas principalmente pelo tanto que eu acho que eles são incríveis como jogos. Porém às vezes extremamente nichados por terem essa tendência de serem extremamente técnicos, e a vitória depender do quanto você, jogador, aprendeu diferentes técnicas, e o quanto você consegue ser criativo com as ferramentas que o jogo te proporciona. E, Marvel Tokon: Fighting Souls, é certamente um jogo que explorou bem esses aspectos desse gênero tão especial.

Lançado no dia 6 de agosto, desenvolvido pela Arc System Works, e publicado pela Sony em contribuição com a Marvel. Tokon traz muitas novidades na mesa em relação a jogos de luta, ao mesmo tempo que joga seguro em diversas áreas dentro desse eixo, trazendo um certo equilíbrio de novidades para atrair jogadores mais casuais, e jogadores mais hardcore desse gênero.

Marvel Tokon introduz mecânicas intuitivas, e artisticamente falando, nos traz um dos jogos que é um deleite ao olhos, como já é marca da ArcSys em muito tempo, desde o seu “Guilty Gear Xrd” da sétima geração de consoles.

Conteúdo singleplayer deve agradar os jogadores casuais

A começar pelo que Tokon nos apresenta como conteúdo, pois se tem algo que certamente coloca medo em muitos jogadores, é o quanto ele é rentável como um jogo para se jogar sozinho, sem grandes pretensões, e ele preenche bem essas lacunas.

Temos aqui Episódio – que é basicamente o modo história do jogo, acompanhando os diferentes times de personagens em aventuras únicas deles, no melhor estilo de battle shonens da vida, os nossos heróis (e vilões) são desafiados por uma entidade cósmica conhecido como o Campeão do Universo, a fim de testar a capacidade da terra de se defender, e sair na porrada. Ele organiza um torneio cósmico onde o vencedor irá decidir o destino da terra a seus próprios moldes. 

É um enredo bem simplório mas que funciona muito bem em um jogo de luta desse porte, e ainda adiciona interações bastante interessantes entre esses personagens. Algo que chama bastante a atenção aqui é que cada time tem um caminho diferente, a história é contada como páginas de quadrinhos, onde acompanhamos os personagens totalmente dublados com um ótimo dinamismo para se contar as histórias, e o mais chamativo aqui é que cada um deles tem um artista diferente ilustrando essas histórias (e o time Samurai Outriders certamente tem o melhor deles), quase como um quadrinho stop motion, e também temos algumas cutscenes animadas.

Cada time tem 11 capítulos atrelados a eles, e o que mais me surpreendeu aqui é que foi bastante divertido acompanhar esses episódios, algo que eu acho um tanto raro em jogos de lutas, muita gente elogia o formato de história de Mortal Kombat por exemplo, mas eu sempre achei extremamente sem graça e chato a forma que eles apresentam essas histórias com uma eventual luta entre elas. Aqui não é bem diferente desse formato, mas muitas das lutas acontecem de forma orgânica, e eu achei bem divertido acompanhar esses episódios por conta da diferença artística de cada um deles.

Ao completar os episódios, o jogador é agraciado com algumas cores novas para os personagens, e outros extras que é melhor o jogador descobrir por si só.

Fora os episódios, temos também o modo Arcade e Tutorial, onde temos os tutoriais explicando o básico do jogo, um guia de batalha explicando diversos conceitos avançados nas batalhas, e as lições de personagens, onde o jogo explora mais cada aspecto único e combos do roster do jogo.

Devo dizer que a Arc fez um excelente trabalho de tutorial aqui, ele vai explicando e avançando mais e mais a dificuldade para o jogador ir se adequando às possibilidades que o jogo apresenta. O Lições de Personagem é extremamente bom para aprender e se aperfeiçoar nos personagens, e a missões de aumento de nível dentro dele é um dos modos de tutorial mais legais que temos aqui, pois o jogo te apresenta desafios onde você basicamente precisa se virar nos 30 para resolver, incentivando o jogador a ser criativo, e ensinando que isso é importante para aperfeiçoar no jogo.

Já no Arcadia Rumble temos uma espécie de jogo de luta beat em up sem muita elaboração por parte dele, aqui, os avatares dos modos online (que são os clássicos chibi cabeçudos que a Arc Sys sempre coloca nos seus onlines) precisam navegar em um mapa que tem espalhado power ups e outros upgrades por ele, e eventualmente eles precisam sair na trocação de soco como os avatares, ao fim de uma contagem de tempo, nós iremos enfrentar um inimigo na forma normal de luta do jogo, e vence quem tem mais pontos.

Esse modo funciona tanto online quanto offline, apesar da IA não ser tão divertida assim.

E temos o All-star Arena tem um modo de arcade padrão – onde o jogador escolhe um time e vai fazendo uma progressão clássica de arcades, onde enfrentamos todos os inimigos até chegar ao fim, com a diferença que temos algumas rotas diferentes aqui, e os times são todos padronizados, com níveis de dificuldade que vão de fácil até o Champion – que é o mais difícil que o Hard.

E tem o modo sobrevivência, que é extremamente curioso e divertido, aqui montamos nosso time de personagens a nossa escolha, e precisamos sobreviver a enxurrada de batalhas que o jogo irá jogar em nós. A dificuldade aumenta cada vez mais no progresso, mas vamos ganhando alguns bônus para facilitar a sobrevivência, e ganhamos upgrades que são chamados de Soul Cards aqui, onde escolhemos uma carta de um personagem do jogo com algum modificador aleatório – no melhor estilo roguelike da vida, o que faz esse modo ser bem divertido de passar o tempo.

E de conteúdo single player é bem isso, o restante são os clássicos modos de Batalha, onde temos um Versus offline tanto contra a CPU quanto contra outro jogador, temos partida rankeada, onde vamos enfrentando outros jogadores online para aumentar o nosso nível, temos uma partida casual, onde enfrentamos um jogador online sem qualquer pretensão de ganhar ou perder pontos; Room Match, onde o jogador entra (ou cria) em uma sala aberta ou fechada para desafiar outros jogadores com regras determinadas por eles; e temos o Lobby Aberto, onde vamos entrar em um lobby repleto de outros jogadores com as regras determinadas do jogo, vale lembrar que tanto no lobby quanto na sala, controlamos um avatar chibi (aqueles do Rumble) e passeamos por ele, entramos em máquinas arcade para desafiar e lutar contra outros jogadores. Se você já jogou Dragon Ball FighterZ, certamente sabe como funciona, e é uma espécie de lobby que eu não gostava antes, pois sempre achei que ficava no caminho da praticidade, mas em Tokon, a Arc uniu bem essa diversão com a praticidade e velocidade de encontrar partidas com mais velocidade.

E acho que isso cobre todo conteúdo que o jogo oferece, certamente tem o suficiente para o jogador passar um tempo sozinho, além de que provavelmente (e isso depende do quanto você quer se aperfeiçoar no jogo) vários jogadores vão passar um bom tempo treinando na sala de treinamento.

4 vs 4 deveria ser caótico, mas não é!

É difícil não começar a sessão de gameplay do jogo sem citar a grande novidade dele, que é a insanidade de ter 4 personagens jogáveis em uma só partida, mas diferente de jogos como Marvel vs Capcom 2 e 3 – onde precisamos escolher 3 personagens e cada um tem uma barra de HP, além de assists. Em Tokon os 4 personagens possuem uma barra de HP apenas, e seguindo o conceito do jogo, controlamos uma espécie de “alma” transicional entre os diferentes personagens escolhidos pelo jogador.

Então a dinâmica aqui não é tão parecida com os MvCs ou os FighterZ da vida, o tag dele funciona como um 1v1, dando ao jogador a escolha de se manter com o mesmo personagem até o fim da partida, e utilizar os outros como assistências, ou trocar e mudar sua dinâmica de gameplay durante a partida. Certamente foi uma pegada um tanto inesperada do estilo Tag de jogo de luta.

Além disso, o jogador vai liberando outros 2 lutadores durante a partida, começando apenas com 2 – o seu principal, e um assist, e gradualmente outros personagens são liberados, com o jogador quebrando paredes – e jogando o inimigo para outro lado da fase, ou com os rounds, onde se o jogador estiver com apenas 2 de início, ele irá ganhar mais um.

O jogo também conta com 3 rounds, como um Tekken da vida, mas isso se deve a dinâmica do jogo, e é muito bem implementado aqui.

Então Tokon de longe teve uma das ideias mais legais que eu vi em muito tempo em um jogo de luta focado em tag, ele não é rápido e bagunçado como vemos em diversos do gênero, mas também não é um jogo tão “pé no chão” assim, e as mecânicas certamente ajudam a passar um feeling diferente de diversos outros fighting games do mercado.

Em termos de controle, o jogo funciona de uma forma bem simplória – se o jogador por um acaso já jogou o já citado Dragon Ball FighterZ da Arcs, ele certamente vai ter um costume maior de como o Tokon irá funcionar, os botões são simplificados, com um botão de ataques fracos, ataques médios e ataques fortes – que também funcionam como lançadores, e um botão de assist – para chamar a assistência dos outros personagens, funcionando com o comando padrão + um direcional para chamar o personagem especificado pelo jogador, o que também dá uma diferença grande na estratégia do jogador e na forma como ele pode enganar o inimigo.

Temos botões de atalho que facilitam para o jogador soltar os golpes especiais, mas também podemos soltar os golpes com os famosos inputs que vemos diversas vezes em jogos de luta, com as diagonais e os meia-luas + botões, então o jogo abrange bem o jogador que gosta de um jogo mais simplificado (o que é ótimo para causais) mas certamente recompensa bem os jogadores mais experientes do gênero.

Tokon também tem um botão dedicado a uma ação única de cada personagem, que faz o jogo ser ainda mais único, com isso, todos os personagens possuem uma ação única que difere de cada um, como por exemplo, o Homem Aranha solta uma teia que faz ele se locomover com velocidade nos cantos da fase, o Senhor das Estrelas muda a sua arma com o apertar do botão de ação + o diagonal, e ele pode escolher entre um tiro de longa distância, um tiro protetor, um tiro de fogo que tem alcance médio, e um tiro congelante, que congela o inimigo e dá abertura ao jogador para realizar diferentes combos.

Então esse botão é muito essencial para dar um “feel” único aos personagens, e por falar nisso, é impressionante o quanto a Arc é dedicada nesse quesito. Todo personagem tem uma movimentação e peso bem diferente dos outros, Wolverine por exemplo, é extremamente rápido e leve de se controlar, enquanto o Carnificina é menos maleável que ele, mas o peso e a insanidade de seus ataques é completamente diferente dos outros. A Arc sabe bem como dar uma identidade única aos personagens.

Para ajudar a jogadores mais iniciantes, o jogo tem auto-combos, onde ao apertar botões em sequência, o personagem irá realizar um combo padrão e soltar um super, de acordo com cada botão designado. Isso pode parecer algo ruim para jogadores mais da velha guarda do gênero, mas não é algo que atrapalha o fluxo de gameplay de forma alguma, pelo contrário, é uma boa forma e incentivo aos jogadores começarem a explorar as mecânicas mais complexas do jogo, pois fazendo somente auto-combos, certamente você não irá tão longe assim, mas é uma ótima base de começo.

Fluído, original e caprichado visualmente

Eu ouvi diversas reclamações a respeito de Tokon na versão de PC, não tive contato com ela entretanto, mas a reclamação dos jogadores foi algo bem preocupante, já que o jogo não deveria exigir tanto assim (apesar de ser um jogo belíssimo). Mas no PS5, o jogo roda que é uma beleza, como padrão de jogos de luta, ele roda a 60fps com resoluções que chegam a 4k, então pelo menos no PlayStation, o jogo roda muito bem, e a fluidez das coisas é impressionante.

O jogo utiliza a Unreal Engine 5 como motor gráfico, que já é o padrão da Arc a muito tempo, e eles utilizam essa engine como ninguém mais utiliza, trazendo uma experiência fluída com um cel shade que compete com as melhores animações que vimos no mercado, um trabalho excelente de dinamismo de câmera nos movimentos especiais, e um excelente uso de efeitos de partícula e visuais como motion blur, que transmitem bem o peso e a pancada dos golpes que efetuamos nos personagens, é realmente um trabalho excelente.

E sem falar que claro, uma das coisas que mais chamam a atenção em Tokon no geral, é o design visual dos personagens clássicos da Marvel, trazendo uma versão bastante diferenciada e única dos personagens – como a Sony e a Marvel falaram em entrevistas, o objetivo aqui não é exatamente trazer esses heróis clássicos em um jogo de luta, mas sim trazer uma nova interpretação deles, um com a identidade visual que a Arc apresentou desde o Guilty Gear Xrd, com uma pegada mais anime, mas com o charme único deles no quesito de arte.

Então temos aqui os heróis da Marvel em visuais que muitas vezes ficaram inesperados, certamente uma pegada mais anime para eles, mas que ainda respeita a identidade geral de quem são esses heróis.

Homem de Ferro ficou com um aspecto completamente Mecha com a sua armadura, e devo dizer que é um dos melhores designs que já vi do personagem, Capitão América ganhou detalhes que o deixou mais “descolado”, Blade ganhou um ótimo toque samurai, Loki é totalmente um bishonen de animes, e por aí vai.

Também tivemos personagens que não tiveram tanta diferença significativa no design, Magneto é um dos mais decepcionantes nesse quesito, e a Magik também não teve uma grande diferença, mas o design da Illana sempre teve um estilo extremamente anime, então fica redundante mudar ela radicalmente, mas as diferenças que eles implementaram nela são bastante evidentes, além de ter uma aparência mais durona de animes de rosto.

E claro, não posso sair sem falar do queridinho da garotada – Deadpool, que a arc decidiu fazer um dos trabalhos mais insanos e incríveis que eu já vi em um personagem, ele é basicamente uma grande homenagem ao gênero de jogos de luta, todos os seus movimentos e animações são homenagens de diversos outros jogos, como o próprio Marvel vs Capcom, Art of Fighting, Fatal Fury, Mortal Kombat, e até o jogo de luta do filme de Street Fighter, é difícil não conseguir admirar esse personagem.

As stages também tem bastante desse carinho e atenção a detalhes, são 6 estágios pelo menos, e todos eles possuem transição de cenário entre eles, os cenários de Nova York e a da mansão Xavier são ótimos, a da mansão mesmo está repleta de personagens dos X-mens interagindo entre eles, e a cada round ela vai se alterando, contendo um tipo de historinha dentro de cada uma dela, com vários dos personagens ao fundo interagindo entre eles.

Alguns dos estágios me incomodaram um tanto por conta do nível de elementos que se encontra ao fundo, atrapalhando às vezes a minha visão para encontrar onde o meu personagem estava, e eu tenho ciência que isso pode ser um problema para muitos jogadores, infelizmente eu acredito que isso atrapalhe um pouco, e faça o jogador ficar apenas na sua tela favorita, mas não acontece com todos os estágios, algumas apenas tem mais clareza visual do que as outras.

Trilha sonora ‘hypadora’ e um dos melhores trabalhos de dublagem num jogo de luta

Composta por diversos artistas, entre eles Toma Otowa, Melissa Reese, e o próprio Daisuke Ishiwatari – esse que não só criou Guilty Gear, como também faz a arte e designs dos personagens, e a própria trilha sonora da franquia. Marvel Tokon tem diversas músicas que são extremamente boas, e outras que são mornas, mas a qualidade é bastante consistente, e certamente são animadoras para as batalhas.

Cada personagem tem temas atrelados a eles, e também temos as faixas atreladas aos estágios, então temos uma variedade grande de faixas, que se você decidir ouvir, vai ficar horas e horas ouvindo.

Já na dublagem, Marvel Tokon simplesmente nos apresenta uma infinidade de vozes e língua para escolhermos, claro, o jogo é completamente dublado e legendado em PT-BR, mas não só em PT-BR como um número incrível de 10 línguas diferentes para cada personagem, e você ainda pode selecionar no menu, quais você deseja para cada personagem individualmente, como temos com Inglês e Japonês nos jogos de luta da Capcom, o que é uma função incrível.

Fico muito feliz de deixar a voz do Deadpool em inglês (dublado mais uma vez pelo excelentíssimo Nolan North) e deixar a voz do Hulk em japonês, ou a do Homem Aranha em portugues, você simplesmente pode fazer uma grande salada de línguas aqui, mais ou menos como fica nos Tekkens hoje em dia.

Infelizmente a sincronização da dublagem com o movimento labial dos personagens não está sincronizado com todas as línguas – apenas em japonês, o que é algo que já vimos várias e várias vezes em outros jogos da Arcs, então em uma introdução, podemos ver o personagem falar, ele parar e a boca dele continuar mexendo comicamente, mas isso não é algo que vai te distrair tanto, pois a ação do jogo está totalmente no gameplay deles, e o modo Capítulos é todo composto de stop motion, não vemos as bocas dos personagens se movendo.

No mais, é um dos trabalhos mais excelentes de localização que eu vi em um jogo de luta, e isso com certeza se deve por conta da Sony, que faz questão de localizar todo jogo atrelado a ela de uma forma excelente.

Considerações finais

Marvel Tokon: Fighting Souls reúne muito do trabalho excelente que a Arc fez ao longo dos anos, e é um dos tag fighters mais curiosos que temos no mercado, com uma dinâmica de gameplay interessantíssima, são lutas animadas com visuais de encher os olhos, e uma otimização visual de anos que vem sendo implementado em seus jogos. 

É um jogo que vai agradar tanto o público mais leigo a respeito do gênero, quanto ao público mais hardcore, que joga jogos de luta a anos, jogadores novos certamente vão ficar encantados com os visuais do jogo, e os mais hardcores vão ver que o jogo tem mecânicas e profundidade que elevam o gameplay a outro nível, além do incentivo a ser criativo, seja com a composição de time, ou seja com os truques na manga que o seu time vai ter.

O fator Marvel também é uma potência forte aqui, uma visão única e diferente desses heróis pelos responsáveis dos jogos de luta mais interessantes visualmente dos últimos anos, uma pena a DC não ter a mesma sorte que a Marvel tem, adoraria ver as interpretações dos heróis da rival da Arc System.

Vale lembrar que Marvel Tokon é um grande investimento, já que o jogo provavelmente vai ter um LONGO suporte de expansões e personagens novos, em breve já teremos Ciclope Fênix como personagem, e mais três personagens, com um estágio novo, então o jogo vai ter um longo caminho pela frente, até melhorias e balanceamentos.

Ah, e é muito bom ter o jogo legendado e dublado, mas ainda acho um absurdo os personagens serem chamados pelos nomes em inglês deles do que pela tradução que já conhecemos a anos, mas quem sou eu para decidir isso.

Um agradecimento a PlayStation Brasil por terem disponibilizado o jogo para análise!

Marvel Tokon: Fighting Souls está disponivel para PlayStation 5 e PCs.

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Meu prato favorito é JRPGs, mas também gosto de saborear filmes, animações, quadrinhos etc. Um outro prato que adoro é jogo de terror com tempero de ação, mas, na real, eu gosto de tudo relacionado a videogame. Se quiser me seguir no twitter, fique a vontade! As vezes eu posto opinão lá > @vannbrood