Green Day abrirá Super Bowl 60 com show na Califórnia
Jessica Christian/AP

Green Day abrirá Super Bowl 60 com show na Califórnia

Banda local da Bay homenageará ex-MVPs do evento

Banda local da Bay homenageará ex-MVPs do evento

O Green Day foi confirmada para abrir o Super Bowl LX, marcado para 8 de fevereiro no Levi’s Stadium, em Santa Clara, Califórnia. O anúncio foi feito pela NFL no domingo (18). A apresentação integra a cerimônia de abertura que celebra os 60 anos do principal evento da liga de futebol americano.

Formada na região de East Bay, na área da Baía de São Francisco, o grupo – composto por Billie Joe ArmstrongMike Dirnt e Tré Cool – levará ao palco um repertório de sucessos de sua trajetória. Para a NFL, a escolha de uma banda local reforça a conexão simbólica entre o evento, a cidade-sede e a história do esporte.

“Estamos super animados para abrir o Super Bowl 60 bem aqui no nosso quintal. É uma honra receber os MVPs que moldaram o esporte e abrir a noite para os fãs do mundo todo. Vamos nos divertir! Vamos fazer barulho!”, declarou o vocalista Armstrong, conforme reproduzido no anúncio oficial.

Segundo Tim Tubito, diretor sênior de eventos e apresentação de jogos da NFL, a intenção é criar uma celebração impactante. “Celebrar 60 anos de história do Super Bowl com o Green Day como banda local, ao mesmo tempo que homenageamos as lendas da NFL que ajudaram a definir este esporte, é uma maneira incrivelmente impactante de dar início ao Super Bowl LX”, afirmou.

A cerimônia com o Green Day acontecerá antes das atrações tradicionais do pré-jogo. Na sequência, Charlie Puth cantará o hino nacional, Brandi Carlile interpretará “America the Beautiful” e Coco Jones apresentará “Lift Every Voice and Sing”. O show do intervalo, tradicional e aguardado, ficará por conta de Bad Bunny.

A partida do Super Bowl LX será disputada no estádio do San Francisco 49ers, em Santa Clara, e celebra seis décadas de história da NFL.

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Resultado de uma experiência alquímica que envolvia gibis, discos e um projetor valvulado. Editor-chefe, crítico, roteirista, nortista e traficante cultural.