A convite da Remedy, tivemos a oportunidade de jogar em primeira mão seu próximo lançamento: Control Resonant. Durante a sessão, pudemos experimentar mais de uma hora de gameplay em diferentes trechos da campanha e, neste preview, vamos compartilhar nossas primeiras impressões, jogada diretamente da versão de PC do jogo.
Na versão disponibilizada para testes, jogamos o Ato 1 completo e também uma parte mais avançada da campanha, o que nos permitiu ter uma boa noção de como funcionam o combate, a progressão e o nível de desafio dos inimigos.
Um novo protagonista e um combate mais agressivo
Logo de cara, conhecemos Dylan Faden, o novo protagonista da franquia e irmão de Jesse Faden, protagonista do primeiro Control. Diferente da irmã, Dylan apresenta uma proposta de combate muito mais agressiva e voltada para o confronto direto.

Com ele, o combate se torna mais físico, lembrando bastante um hack and slash, com ataques rápidos, movimentação constante e habilidades especiais que complementam o arsenal.
No primeiro ato, as habilidades de Dylan são apresentadas gradualmente, explicando detalhadamente a função de cada uma delas. Quando desbloqueamos a primeira arma, podemos escolher entre três opções:
- Saraivada: uma espécie de barra de ferro que oferece golpes rápidos e alta chance de acertos críticos.
- Corte: uma lança focada em ataques direcionados contra inimigos individuais.
- Talho: uma foice mais lenta, porém com alcance e área de dano superiores às demais.
Mais adiante, desbloqueamos todas essas armas aos poucos, permitindo criar diferentes combinações de golpes e estilos de combate. Também recebemos uma arma secundária à escolha, com ataques mais lentos, mas capazes de causar um dano significativamente maior do que a arma principal.
Aprendemos ainda habilidades de movimentação, como a capacidade de flutuar para alcançar plataformas mais altas, além do salto duplo e uma corrida acelerada que ajuda tanto na exploração quanto nos confrontos.
Por fim, escolhemos um poder telecinético para utilizar durante as batalhas. Há opções mais ofensivas, focadas em causar dano, e outras defensivas, como um escudo temporário. Essas habilidades consomem uma barra de energia específica, recarregada apenas ao causar dano nos inimigos.
Chefes e progressão mostram o potencial da jogabilidade
Também tivemos a oportunidade de enfrentar uma das entidades que atua como chefe principal do primeiro ato. A batalha funciona quase como um teste final de tudo o que aprendemos até aquele momento. É um confronto que deixa claro o potencial dos chefes futuros e desperta aquela vontade de continuar jogando para descobrir o que vem pela frente.

Mais tarde, experimentamos uma parte mais avançada da campanha, já com as armas primárias e secundárias desbloqueadas, além de alguns poderes telecinéticos. Foi nesse momento que o potencial da jogabilidade ficou ainda mais evidente, já que podemos alternar entre as armas livremente durante os combates.
Também realizamos algumas missões secundárias. Elas eram relativamente simples, mas recompensavam o jogador com pontos de habilidade que podem ser utilizados para aprimorar armas e habilidades.
Em seguida, avançamos em uma missão principal da campanha. Nela, tivemos uma amostra do que a Remedy consegue entregar em sua direção de arte. Ficamos presos em uma espécie de labirinto dentro de um cubo, onde precisávamos eliminar inimigos para avançar. O diferencial é que eles se escondiam pelo cenário e, para encontrá-los, era necessário literalmente girar toda a estrutura. Bastava se aproximar de determinadas paredes para que a gravidade mudasse e todo o ambiente se transformasse. É uma sequência completamente maluca, daquelas que deixam qualquer um meio desnorteado.

Após superar essa área, precisávamos posicionar algumas antenas. Quando concluímos o objetivo, uma enorme quantidade de inimigos apareceu de uma só vez. Foi nesse momento que percebemos o quanto o combate pode ser punitivo em determinadas situações. Alguns inimigos caem rapidamente, enquanto outros exigem uma sequência de ataques até serem atordoados. Depois disso, basta utilizar o L3 para executar a finalização e seguir em frente.
Já nos momentos finais da demonstração, tivemos uma amostra de como o som é utilizado dentro do jogo. Em determinado trecho, precisamos seguir uma música para encontrar o caminho correto. Além da trilha sonora, o próprio cenário oferece pistas visuais sutis sobre para onde devemos ir, dispensando marcadores exagerados na tela e aumentando a sensação de imersão.
Vale muito a atenção
No geral, Control Resonant me deixou com um forte gosto de quero mais. Seja pela vontade de enfrentar novos inimigos, descobrir chefes ainda mais desafiadores ou entender como a história irá se desenvolver e se conectar aos acontecimentos do primeiro jogo.
Control Resonant será lançado em 24 de setembro para PlayStation 5, Xbox Series S|X e PC. E você, também está ansioso para jogar?
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